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Argentina sinaliza que pode entrar no caminho certo


 Por Wilson Oliveira

É com certa dor no peito que podemos observa a Argentina com vontade de dar passos para frente. Isso porque, em contrapartida, o Brasil só tem inclinação a andar para trás com o seu atual governo, mais fraco que corno manso, mais irresponsável que viciado em droga e mais dominador que vilã da novela das 9.

Mas também é confortável saber que poderemos ter um exemplo positivo bem ao nosso lado. Isso certamente facilitará o trabalho daqueles que, assim como o site Capitalismo e Liberdade, quer mostrar uma proposta exatamente oposta da que é colocada em prática por Dilma e sua turma.

Recém eleito presidente da Argentina, Maurício Macri, que não é bobo nem nada, já chegou sinalizando um afrouxamento nas regulações para importações e também nas barreiras para entrada de marcas estrangeiras ao mercado do país. E o resultado desse sinal foi imediato. Mais de 40 marcas demonstraram o interesse de voltar à cena na terra do tango.

Não é preciso ser nenhum gênio da economia para saber que quando um país está em recessão, torna-se ainda mais urgente ceder liberdade às empresas. Somente dessa forma aumenta-se o fluxo no mercado, pois isso gera mais postos de trabalho, o que acaba por aquecer o número de consumidores.

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A consequência é aumentar a demanda por produtos e serviços, impulsionando a competição, diminuindo os preços (combate à inflação) e, como ponto central, transformar do ambiente econômico em vias saudáveis para chamar mais e mais capital. Ou seja, quanto mais o Estado tirar a sua mão pesada de cima do mercado, mais o mercado poderá respirar e recuperar o fôlego.

Mas como dito no início deste artigo, é com pesar que vemos o Brasil se inclinar na direção extremamente oposta. Ainda mais agora, que o ministro da Fazenda diz querer ajustar as contas do governo quando na verdade tem um pensamento keynesiano. Nelson Barbosa é da escola que vislumbra o Estado colocando sua mão com força descabida no mercado, sufocando e impedindo o que o mesmo respire. 



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