Expresso News

[expresso-news] [twocolumns]

Colunistas

[colunistas][bleft]

Entrevistas

[entrevistas] [twocolumns]

Economia

[economia] [bsummary]

Quem é mais eficiente nos serviços prestados à sociedade, governo ou os próprios indivíduos?

Por Jean C. Rodrigues 

Olá amigos e amigas, leitores e leitoras. Faço-lhes uma pergunta já no princípio do texto, ou melhor, duas. Além da que intitula o artigo, gostaria de saber o que acham dos serviços “ofertados” pelo governo que, nada mais são que, serviços que nós pagamos?

Sempre que mudamos o canal da televisão para algum jornal, ouvimos os questionamentos e críticas que são feitas em relação à precariedade de nossos direitos. O mais engraçado é que além de nos "penalizar" com excessos de impostos, taxas etc. o governo não nos recompensa e então, a partir daí, podemos considerar isso como um roubo.

Um dos essenciais serviços que não deve faltar e que, não pode haver a mínima falta de qualidade, é justamente o de saúde. Porém, o que mais notamos são “casas de atendimento” em uma precariedade tão inacreditável que não dá para conceber a ideia de que tal estabelecimento seja, por exemplo, um hospital.

SUS... Ao ler ou ouvir esta sigla, um desânimo total toma conta de muita gente. O que não faltam são pessoas reclamando sobre os meses que estão na fila de espera do tal SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Em muitos casos correndo o risco de vida, com a esperança de conseguirem atendimentos complexos como cirurgias etc. Tal afirmação pode ser conferida nesta matéria do G1.

Diante a essa situação nos perguntamos: o governo é realmente eficiente no que diz respeito aos serviços oferecidos para a sociedade? Bom, a resposta é não. O governo não oferece bom serviço de educação, como já tratado em um artigo aqui do BrasilPainel sobre a importância da educação, não oferece uma boa segurança, como todos sabemos muito bem e, infelizmente também não é eficiente no que diz respeito à saúde, como podemos perceber nesse ranking sobre a eficiência dos serviços de saúde.

Após analisarmos todos os dados apontados acima, podemos agora comparar o público (estatal) e o privado. Serviços ofertados por iniciativa privada quase sempre são completamente eficientes (obs: Digo quase sempre, pois, sabemos que “apenas os bons permanecem e se destacam”). Baseio minhas afirmações em uma pesquisa sobre os melhores hospitais da América Latina e, sabe qual ficou em primeiro? O hospital Israelita Albert Einstein. Tipo de administração? Privada.

No Ranking envolvendo quarenta e três instituições, apenas cinco, como exceção, são públicos, porém nenhum brasileiro. Pode-se conferir a reportagem e o ranking a seguir:



A grande ironia que envolve todo esse grande descaso é que, ao invés do governo investir em tal área para melhorar a qualidade do serviço ofertado, simplesmente faz cortes para que, em meio à crise, possa se estabilizar novamente.

Um exemplo de tais cortes é justamente o programa social denominado “Aqui tem Farmácia Popular”, criado em 2006 pelo governo. O programa tinha justamente o objetivo de oferecer determinados medicamentos à população por um preço realmente acessível, com descontos de até 90%. Este ano, por exemplo, o programa chegou a receber uma verba de R$ 578 Milhões. Porém, como nada dura para sempre ou como aquela velha frase conhecida “o socialismo só dura até acabar o dinheiro dos outros”, o programa receberá uma verba de R$ 0 para 2016 em consequência da grande crise que ronda o país. Incrível como o paternalismo some de uma hora para outra. Em consequência de uma má administração a população acaba pagando, literalmente, muito caro.

Devemos então nos atentar a fatos nacionais, ou melhor, problemas nacionais. Fechamos os olhos para o nosso país quando nos encontramos acomodados e, só quando a situação nos afeta, é que vamos para as ruas reclamar. Porém, neste caso, o ditado “antes tarde do que nunca” não pode ser adotado e muito menos seguido. Devemos criticar constantemente, ferrenhamente e, não mais nos alienarmos.

>>>>>>>>>>>>>>>>>> Curta nossa page!

Nenhum comentário:

Os comentários ofensivos e anônimos serão apagados. Daremos espaço à livre manifestação para qualquer pessoa desde que não falte com o respeito aos que pensam diferente.

http://www.ocongressista.com.br/