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Não é só combustível: caminhoneiros em greve pedem saída de Dilma. Veja imagens!


Brasil Painel realizou uma apuração no Twitter para verificar como anda a repercussão da greve dos caminhoneiros em vários pontos do Brasil. O importante a se observar é que as reivindicações vão muito além do aumento no preço dos combustíveis. Vários veículos de grande porte exibem dizeres pedindo fim da corrupção e a queda da presidente Dilma Rousseff. Confira alguns tweets coletados pelo BP:







Entenda a greve:

Sem vinculação com sindicatos, os caminhoneiros demonstram sua força de mobilização em 38 pontos de rodovias federais, chegando a interromper parcialmente o tráfego em 28 deles. Ao longo desta segunda-feira, 12 Estados receberam a passeata formada por veículos de grande porte.

Os principais pontos de encontros são os locais considerados centrais para a produção agrícola no Brasil, como Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Santa Catarina. O Rio Grande do Sul é o Estado mais afetado, com manifestações de caminhoneiros em 14 pontos. O Paraná, segundo maior produtor de soja, tem interdição em oito locais.

Embora o aumento no preço dos combustíveis tenha sido o motivo pelo qual os caminhoneiros começaram a se mobilizar, atualmente os protestos ganharam proporções ainda maiores. Um dos líderes do movimento no Rio Grande do Sul, Fábio Roque afirmou que o grupo pede a queda de Dilma Rousseff, seja por renúncia ou por impeachment: "Somos apartidários e sem cunho político. Nós lutamos pela salvação do país, e isso só será feito a partir da deposição da presidente Dilma Rousseff, seja por renúncia ou por impeachment", disse à Agência Brasil.

Outro membro que está na linha de frente do movimento no Rio Grande do Sul, que reúne a maior quantidade de caminhoneiro, Volnei Cardoso explicou que além de lutarem pela saída da presidente Dilma, o grupo também possui pautas específicas à categoria dentre as reivindicações, como tabelamento dos preços do frete, redução do valor do diesel e melhoria das condições das estradas. Além de afirmar que desde a última paralisação "tudo piorou", Volnei disse que a greve é "por tempo indeterminado".

Representado pelo ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, o governo federal se posicionou chamando o movimento dos caminhoneiros de "pontual" e "oportunista". Edinho afirmou que tudo isso acontece "com uma aspiração única de desgaste político do governo". A declaração foi dada após reunião do grupo de coordenação da presidente Dilma Rousseff.

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