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O socialismo chegou mesmo ao fim na Argentina?


Por Luis Henrique

Os argentinos ainda têm muito o que fazer para derrubar o populismo e consigo o socialismo fracassado. Como já dizia o filósofo Olavo de Carvalho, "a mudança não deve vir de cima pra baixo, e sim de baixo para cima".

Maurício Macri põe fim a denominada 'Era Kirchner', que durou por volta de 12 anos. Foram 12 anos de medidas populistas desenfreadas, de tentativas bem-sucedidas de controlar as mídias e o Judiciário que se deram por encerradas nas eleições do último domingo, 22 de novembro de 2015.

Como de costume após os governos populistas, limpar este mal e os danos causados pelo mesmo não será um tarefa fácil. Se estima que 40% da população argentina recebe algum tipo de pensão, salário ou benefício do Estado. E será difícil acabar com este atual quadro de assistencialismo.

A inflação anda por volta de 25% - é o que aponta os índices oficiais divulgados pela Casa Rosada, entretanto, o número pode ser assustadoramente maior, devido ao fato do governo ter poder sobre o Indec (que seria o IBGE argentino), principal instituto de pesquisa do país.

Na Argentina, deve-se retirar o poder dos esquerdistas nas escolas, na cultura e nas redes midiáticas. Tens que acabar com este mal, que por incrível que pareça se tornou uma herança cultural nos governos latino-americanos.

"Grandes problemas exigem grandes mudanças". E o então novo presidente argentino Maurício Macri terá de fato muito trabalho pela frente. Só após de ter concluído uma série de medidas tanto no âmbito econômico quanto social, que poderemos afirmar que a Argentina se encontra livre do populismo e bolivarianismo latino-americano.


O que nos resta é torcer por uma gestão competente do novo presidente argentino, e que o Brasil siga o exemplo dos nossos hermanos nas urnas, e coloque um fim à era petista.

Saudações capitalistas!


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