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Educação: será ela a responsável por um futuro melhor?

Por Jean C. Rodrigues


Em plena dificuldade enfrentada por nosso querido país devido, sem duvidas, à ineficiência da gestão governamental, surgiram diversas questões sobre qual seria a resolução adotada pelo Estado para que voltássemos a uma "estabilidade". A população botava fé no governo para uma boa solução. Porém, a ironia é que o governo também botava fé na população. "Deu no que deu"... Aumento de impostos, taxas, cortes em educação e saúde (áreas essenciais para o desenvolvimento de uma população), volta da CPMF, entre outros "empecilhos" que existem apenas para corroer o salário dos trabalhadores da classe baixa, cujos direitos o próprio governo afirma "proteger".

Sabemos muito bem a situação do nosso país. Por mais que não presenciemos, sempre ouvimos relatos sobre a precariedade dos serviços "oferecidos pelo governo" que, na verdade, não são mais que serviços pagos por nós mesmos. O grande problema é que a população “iludida pelos anos de felicidade” que tiveram principalmente no que diz respeito ao século XXI, se acomodou de certa forma que, diante às várias irregularidades cometidas pelo nosso “Imperium Paternale”, principalmente em “âmbitos” essenciais para a evolução da população, vedaram os olhos completamente.

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O que enfatizo neste artigo é justamente a falta de responsabilidade do governo para com a população em uma área completamente influente para o futuro de nosso povo: a educação. Não há dúvidas que, apenas com um presente favorável, é que se pode ter um futuro “desfrutável”. Porém, a ênfase dada a tal assunto é mínima, o que, consequentemente, pode causar muitos problemas no futuro.

A precariedade das instituições de ensino nacionais são o que mais assustam. Como todos sabemos, diversos fatores influenciam no processo de aprendizagem dos alunos. Alguns “itens” podem ser listados como, por exemplo, a falta de preparação de alguns profissionais (obviamente, sem generalizações), a precariedade das estruturas, a falta de motivação devido à falta de incentivo, a doutrinação etc. Também é válido afirmar que as instituições onde os alunos mais “sofrem” são as públicas.

 "Manter um ambiente escolar adequado não é tão simples quanto parece. Quando se trata de instituições públicas, ainda é preciso vencer a burocracia. No Paraná, as escolas estaduais têm recursos do Fundo Rotativo para fazer pequenos reparos, como arrumar um vidro quebrado ou limpar a caixa d’água. Para reformas maiores, é preciso entrar em uma lista de prioridade. Como dois terços das 2.136 escolas precisam de algum reparo, as que ficam destelhadas por causa de chuva, por exemplo, têm prioridade. Um engenheiro vai até o local e analisa. Se o problema comprometer as aulas, a escola é atendida”, explica Jaime Sunye Neto, superintendente de Desenvolvimento Educacional do Paraná" 
Os alunos, sem incentivo, sem condições de uma experiência prática em determinadas atividades, sem estruturas adequadas, enfim, sem algo que realmente os chame a atenção e os instigue a pesquisar e conhecer, não se interessam por estudar. O mais engraçado é que, como citado no inicio do texto, o governo, ao invés de investir, faz cortes.

Outro fator, também “martelado” anteriormente, é justamente a falta de motivação dos alunos, com um ensino repetitivo, ou melhor, aulas que não produzem a inspiração dos estudantes. É uma grande controversa a ação de prestar assistência através de programas como o Bolsa Família, porém fechar os olhos a um assunto tão influente, no que diz respeito ao futuro, como a educação.

Percebemos, então, que ao invés do governo garantir a completa liberdade dos indivíduos, os aprisionam em instituições cujo objetivo, em teoria, seria justamente o de desenvolver as capacidades humanas, porém limita-os inclusive à situações degradantes. Após tais reflexões, começamos a ficar preocupados com nosso país. Quem sabe a hora que os discursos sobre os falsos benefícios oferecidos para a população cessarem e reais atitudes forem tomadas, poderemos ter alguma esperança quanto à nosso futuro.

Obs.: Recomendo as fontes abaixo utilizadas como base para este artigo. Elas enfatizam bem a precariedade do serviço de educação em nosso país.

FONTES:





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