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Como a iniciativa privada está transformando a vida de jovens da comunidade Paraisópolis em São Paulo

Por Benjamin Lopes

“Quando eu estudava em escola pública, estudava metade do que estudo aqui”


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É costume brasileiro dizer que o governo deve solucionar a educação, que as escolas devem ser públicas e gratuitas. Mas a realidade tem demonstrado algo interessante: iniciativas privadas têm transformado o ensino no Brasil e aberto oportunidades para as pessoas mais pobres. E estas oportunidades provavelmente nunca foram fornecidas pelo governo.

Online existem centenas de iniciativas com o objetivo de dar acesso ao ensino de qualidade para todos, desde ricos até os mais pobres. Porém, a “revolução privada” da educação brasileira não é apenas via internet. A Escola ALEF é exemplo disto. Segundo o empreendedor Alexandre Ostrowiecki (brasileiro e CEO da Multilaser), a escola estava quase entrando em falência quando o convidaram para salvá-la: de quase falida a escola passou a ter o dobro de alunos. E hoje ajuda a transformar a realidade da comunidade Paraisópolis (São Paulo - SP).




“A palavra ‘universidade’ pra mim antigamente era uma coisa distante, até possivelmente uma coisa que não existisse.”
(aluno da ALEF Paraisópolis)

A Escola Antonietta e Leon Feffer (ALEF), apesar de nunca ter sido uma empresa de fins lucrativos, sempre atendeu pessoas da “elite”, como o próprio Alexandre Ostrwiecki diz em sua palestra para a Endeavor. No entanto, isso mudou. A escola investiu no desenvolvimento de uma unidade na comunidade Paraisópolis (sem mensalidades e com materiais e professores de mesma qualidade que a primeira unidade). Região pobre na cidade de São Paulo, em que a maioria das crianças e dos adolescentes não teria oportunidades educacionais desta qualidade. Então aqueles que têm menos acesso à riqueza passaram a estudar no sistema privado de educação e perceberam que o futuro pode ser diferente.

“Lembro dos meus avós chegando no Brasil sem falar português, sem um centavo no bolso, diretos do campo de concentração. O que eles tinham?”

(Alexandre Ostrwiecki)

Os alunos da Escola ALEF Paraisópolis dificilmente teriam acesso às universidades federais caso continuassem estudando no sistema público de educação. Hoje sonham com aprovações em universidades valorizadas no cenário nacional, como a USP. Além dos sonhos dos atuais alunos, ex-estudantes da ALEF Paraisópolis já conquistaram suas respectivas vagas em diversas universidades concorridas como na Universidade Mackenzie.

“O mais bonito é ver que tem 100 mil olhando para eles. Tem 100 meninos estudando, mas tem 100 mil em volta, de olho.”
(Alexandre Ostrwiecki)
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Alexandre Ostrwieck
Observação: os alunos da ALEF Paraisópolis estão entre os mais pobres da comunidade. Este é um requisito para conseguir uma vaga.

Confira a palestra do empresário Alexandre Ostrwieck:



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